domingo, 30 de agosto de 2026

20º Grupo de Escoteiros Dom Bosco

 

SOBRE O 20º GRUPO DE ESCOTEIROS DOM BOSCO

1º Encontro dos Antigos Escoteiros do 20º Dom Bosco.

A chegada das Irmãs em Taipu, com a coordenação da Irmã Natalina, está registrada no Livro Tombo nº 1 da Paróquia de N S do Livramento. No mesmo registro consta o planejamento das atividades que seriam desenvolvidas em Taipu, distribuídas em 4 itens: 1 Evangelização e Catequese; 2 Liturgia; 3 Militância e; 4 Promoção Humana.

No item promoção humana, dentre outras atividades, está lá: Escotismo.

Já havia a determinação da criação do Grupo de Escoteiros desde a chegada das Irmãs, veio o nome, nosso Patrono, João Melchior Bosco, religioso italiano que dedicou a vida a educar e evangelizar crianças e jovens, sobretudo as crianças em situação de vulnerabilidade. Dom Bosco, utilizava de suas habilidades de mágico para atrair a atenção das crianças quando aproveitava para educá-las.

No símbolo, a indicação da terra e sobre ela uma campinadeira. Tudo muito conectado, agricultura era, e é, nossa principal base econômica, assim como era atividade econômica da família de Dom Bosco, o qual ficou órfão de pai aos 2 anos de idade, e desde muito cedo precisou ajudar a família nos trabalhos da terra, de onde tiravam o próprio sustento.

Aos 30 de março de 1968, em missa solene na Igreja Matriz de Nossa Senhora do Livramento, celebrada pelo Padre Penha, com a participação de representação do 2º Grupo de Escoteiros Guy de Larigaudie, de Macau,  era fundado, pela Irmã Natalina, o 20º Grupo de Escoteiros Dom Bosco, que recebeu este número por ser o 20º Grupo de Escoteiros a ser registrado na UEB, região do Rio Grande do Norte.

O Grupo teve na sua primeira alcateia os Lobinhos: Afrânio Filho, Altair Rocha, Antônio Fernandes, Cláudio Miranda, Fernando Avelino, Ivanildo Júnior, João Maria Alves, Liceu Carvalho, Marcos Calisto, Ronaldo Miranda, Waltinho Miranda e Wilton Guedes. Em missa solene, foi realizada a promessas dos lobinhos e da sua Akelá, a nossa eterna Akelá, Tânia.

A primeira diretoria do Dom Bosco foi formada por Luciano Marcos de Miranda -Diretor, José Xavier de França – Secretário, Terezinha Dias da Silva – Tesoureira e Tânia Alves Maciel – Chefe da Alcateia / Akelá.

Na sequência, se somaram ao Dom Bosco Adelúzia Miranda, Raimundo França - Pitão, Zilda Alves da Rocha, Irmã Luíza, Ilda Fernandes, Bibi Saldanha, Linelva Teixeira, Dona Maria da Dores, Gracinha Arruda e Vitória Dantas,

As atividades do Dom Bosco foram encerradas por volta do ano de 1985 e retomadas, por iniciativa do Padre Cláudio Regis, no ano de 1995, ficando à frente do Grupo Cristóvão Dantas.  O Dom Bosco manteve suas atividades até a segunda metade da década de 2000, tendo à frente, nos últimos anos, João Batista de Lima Leite – Doca.

O Grupo de Escoteiros Dom Bosco teve uma intensa participação na vida social de Taipu, dentre outras atividades realizadas, destacaram-se:

Participação dos cortejos religiosos

Participação, na coordenação e com apoio logístico das festas da padroeira

Cadenciou, com sua banda Marcial, os desfiles de 7 de setembros

Participou da campanha da vacinação contra a poliomielite

Criou a festa de Reis, por iniciativa do Escoteiro Xavier

Fez campanhas de arborização de Taipu

Participou da execução do Jardim, na entrada da cidade, em parceria com o Projeto Rondon

Construiu balsas para ajudar na travessia do Rio, em épocas de cheias

O Dom Bosco teve grande relevância no Escotismo do Estado, inclusive com participação em evento internacional:

Participou de integrações entre Grupos “irmãos”, principalmente como o 7º Grupo São Sebastião de Natal e o 2º Grupo Guy de Larigaudie, do nosso saudoso padre Penha, da cidade de Macau, a onde realizou um memorável acampamento, com a tropa Sênior, em janeiro de 1979.

Participou de vários eventos estatuais, dentre outros os ELO’s – Escoteiros Locais em Operação, além de edições em Natal, participou em Mossoró e Caicó.

Participou, no ano de 1978, do Jamboree Panamericano – Acampamento Internacional de Patrulha, representado pelos Escoteiros Liceu Carvalho e Roberto Cruz, evento realizado no Parque Saint Hilaire, Rio Grande do Sul.

O Dom Bosco foi notícia na grande imprensa do Estado, a exemplo do que segue:

Jornal Tribuna do Norte, edição 00121, de 18 de agosto de 1972, quarta página

Irmã Luíza pede ajuda a PM – Esteve ontem no quartel da Polícia Militar a Irmã Luíza, dirigente do Grupo de Escoteiros Dom Bosco, da cidade de Taipu, pedindo ajuda e colaboração da PM para treinamento daqueles garotos visando o desfile de cívico do dia 7 de setembro deste ano em Taipu, dizendo ainda que acaba de adquirir material para a formação de uma pequena banda marcial que vai abrilhantar a parada estudantil naquela cidade. O chefe da seção de relações públicas comprometeu-se levar o caso ao conhecimento do Comandante Geral, a quem cabe decidi-lo. Disse ainda a Irmã Luíza que o movimento Escoteiro de Taipu procura completar a função do lar, da Escola e da Igreja, visando a formação de cidadãos úteis à pátria e desenvolver o amor ao próximo.

Escoteiros Dombosquianos continuaram seus trabalhos em diversas frentes:

Irmã Luiza continuou sua missão no além mar, foi para a África, uma entrega total, buscado dá dignidade aos menos favorecidos;

Tânia, nossa Akelá, continuou suas atividades Escoteiras, logo que chegou à Salvador, no Grupo de Escoteiros do Mar Almirante Tamandaré

Liceu Carvalho integrou da equipe fundadora do 52º Grupo Henrique Castriciano, ao lado de Dona Noilde Ramalho, Carlos Pinto, Kleiton Barreto, Murilo e Padre Penha, se integrando ao grupo, logo depois da fundação, Neto Varela e Roberto Cruz.

Neto Varela, presidiu a UEB/RN de 2016 a 2020 e participou do Conselho da UEB/Nacional de 2021 a 2025.

Irmãs e irmãos, estamos aqui por muita determinação de pessoas que dedicaram partes dos seus tempos, em doação ao próximo, com o propósito de, como requeria Baden Powell, preparar a juventude para deixar o mundo melhor do que o que se encontrou.

Neste encontro dos antigos lobinhos, escoteiros, sêniores e chefes há o objetivo de regatar a memória do nosso 20º Grupo de Escoteiros Dom Bosco.

Mas, mais do que isso:

Tem o objetivo se reviver o Dom Bosco, em momento ímpar, com as presenças marcantes da Irmã Luíza e de Tânia, promovendo a oportunidade de efetuosos abraços.

Mas, mais do que isso:

Tem a pretensão de despertar nos nossos corações e mentes o compromisso de regar a semente dessa história, plantada em 1968, de forma que ela volte a germinar e produzir bons frutos, e que cada fruto se torne elo de uma correte, envolvida com o processo de melhoria contínua da construção de uma sociedade mais justa, mais fraterna e mais humana.


quarta-feira, 1 de julho de 2026

Memória iconográfica do 20º de Escoteiros Dom Bosco

 Memória iconográfica do 20º Grupo de Escoteiros Dom Bosco - Taipu/RN, preparada para o 1º encontro dos antigos Escoteiros, realizado no 52º Grupo de Escoteiros Henrique Castriciano - Natal 27/06/2026

 

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segunda-feira, 29 de junho de 2026

Memória iconográfica do 20º G. E. Dom Bosco

Memória iconográfica do 20º Grupo de Escoteiros Dom Bosco - Taipu/RN, preparada para o 1º encontro dos antigos Escoteiros, realizado no 52º Grupo de Escoteiros Henrique Castriciano - Natal 27/06/2026

  

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sábado, 25 de abril de 2026

Casamento de Luciano Miranda e Adelúzia Miranda

                                             Imagens: acervo pessoal de Adelúzia Miranda


Casamentos dos Chefes Escoteiros do Dom Bosco, Luciano Miranda e Adelúzia Miranda, realizado na Igreja Matriz de Nossa Senhora do Livramento, no ano de 1972.

Na imagem de baixo, da esquerda para a direita, é possível reconhecer: Emanoel Fernandes (Mano), João da Rosa, Joca Saldanha, Vicentinho Cruz, Carlinhos Leite,  Mequinho Saldanha, Irmã Luíza (?), Tânia Maciel, Zilda Rocha, Arnaldo Eugenio, Neto de Dequinha, ???, Fernandinho Avelino, Manoel Dantas, Wilton Guedes (?), Renato Fortuna (?), Bibi Saldanha e Toinho Fernandes.

 

20º Grupo de Escoteiros Dom Bosco

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